Um dos principais desafios para que a cultura do milho possa contribuir decisivamente para a manutenção da segurança alimentar e nutricional das populações está na inserção de elementos que promovam variações nas cadeias produtivas. Sobre este tema, descreva 3 exemplos de ações que podem ajudar a superar os desafios da cadeia produtiva do milho.
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Atualmente, o milho é o cereal mais produzido no mundo, com cerca de 1,0 bilhão de toneladas, o que representa 40% da produção mundial total de cereais. Somente três países, sendo eles: Estados Unidos da América, China e Brasil, detêm 60% do total da produção mundial de milho. De certa forma, isto não representa uma concentração extrema de mercado, mas é preocupante, se pensarmos em dois fatores relevantes: 1) a China não se configura como grande exportador, tendo em vista que o milho que produz não é suficiente para atender a sua demanda interna; 2) as últimas revisões da Política Agrícola Norte-Americana (conhecida como Farm BillI) têm direcionado os subsídios para a transformação da matéria-prima em etanol, ou seja, para uma finalidade não alimentar. Assim, destes principais produtores, somente o Brasil se configura como fornecedor de matéria-prima (milho) com conotação alimentar. É válido expor que, em uma situação onde poucos países produzem uma commodity, a formação dos preços se torna bastante volátil. Tonin, J. M.; Costa, T. R. Cadeias produtivas da soja e do milho. Unicesumar. Maringá-PR. 2023.
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Dicas para a Elaboração do Diagrama: - Pessoas: Considere questões relacionadas ao treinamento, habilidades, e comunicação da equipe. - Métodos: Avalie os processos e procedimentos usados na triagem e atendimento. - Materiais: Verifique a disponibilidade e qualidade dos materiais médicos. - Máquinas: Considere a manutenção e o desempenho dos equipamentos médicos. - Meio Ambiente: Avalie o ambiente de espera, incluindo conforto e limpeza. - Medida: Verifique a precisão e a adequação dos instrumentos de medição e controle de qualidade.
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c) Para cada causa prioritária identificada em cada categoria, apresente e detalhe 1 (uma) possível solução. Exemplo de Diagrama de Ishikawa: Fonte: napratica.org.br
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TERCEIRA ETAPA: Agora é com você! Realize e envie a atividade solicitada, com base no caso hipotético e respondendo às seguintes questões: a) Crie um Diagrama de Ishikawa detalhado e completo em formato de quadro, listando todas as possíveis causas de problema em cada categoria: Pessoas, Métodos, Materiais, Máquinas, Meio Ambiente, e Medida.
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SEGUNDA ETAPA: Orientações para a realização da atividade: - Leia as unidades do livro didático que abordam o tema da atividade e assista às aulas conceituais correspondentes. - Compreenda os conceitos do Diagrama de Ishikawa. - A atividade MAPA consiste na entrega do formulário disponível no material da disciplina.
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Caso hipotético a seguir: Caso: O Hospital Geral de Saúde (HGS) está enfrentando um aumento significativo nas reclamações de pacientes relacionadas ao longo tempo de espera para atendimento nas emergências. Nos últimos três meses, o tempo médio de espera aumentou de 30 minutos para 2 horas, resultando em uma diminuição na satisfação dos pacientes. As principais causas de reclamação incluem: Falta de médicos disponíveis. Processos de triagem demorados. Equipamentos médicos indisponíveis ou avariados. Falta de comunicação com os pacientes. Ambiente de espera desconfortável.
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PRIMEIRA ETAPA: Leitura do texto e caso hipotético. O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Espinha de Peixe ou Diagrama de Causa e Efeito, é uma ferramenta visual criada por Kaoru Ishikawa na década de 1960 para identificar, explorar e representar graficamente as possíveis causas de um problema específico. Sua estrutura se assemelha a uma espinha de peixe, com a "cabeça" representando o problema a ser analisado e as "espinhas" principais categorizando as causas em grupos, conhecidos como os 6Ms: Máquina, Método, Material, Mão de obra, Meio ambiente e Medição. Cada categoria ajuda a organizar e detalhar as causas potenciais, facilitando a identificação de raízes do problema e possibilitando ações corretivas mais eficazes. Esta ferramenta é amplamente utilizada em processos de melhoria contínua e gestão da qualidade, proporcionando uma visão clara e estruturada das influências que contribuem para os problemas observados (ISHIKAWA, 1986). ISHIKAWA, Kaoru. Guia de Controle da Qualidade: Ferramentas Básicas. 3. ed. São Paulo: Editora Atlas, 1986.
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