2.f) Qual a relação entre o valor da resistência do potenciômetro e o valor eficaz da tensão na carga? Justifique a sua resposta.
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2.e) Qual a relação entre as formas de onda dos canais 1 e 2? (Apresente uma foto da tela do osciloscópio com os sinais observados).
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2.d) Qual a relação entre a tensão em C1 e no primário de TP? Justifique. Posicione o potenciômetro P no valor mínimo e verifique o formato da onda no canal 1. Em seguida, posicione o potenciômetro no valor máximo e repita a análise.
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2.c) Qual a relação entre o valor da resistência do potenciômetro e a frequência da tensão no capacitor C1? Justifique.
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Realize a montagem do Oscilador de Relaxação ilustrado na Figura 6, utilizando a saída do retificador à diodos como alimentação. Figura 6 - Circuito oscilador de relaxação com UJT Fonte: https://221322w.ha.azioncdn.net/Arquivo/ID/8051/experimentos/analise-sinais-circuito-disparo-tiristor-alimentador-ponte-retificadora.html. Acesso em: 5 jul. 2024. Utilizando o osciloscópio digital, efetue a medição da tensão sobre o capacitor C1 (CH1) e a tensão no primário do transformador de pulso TP (CH2). Em seguida, responda:
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2.b) Realize a montagem do circuito retificador não controlado para alimentação, conforme o diagrama da Figura 5 a seguir e, em seguida, anote o valor médio da tensão entre Vdc+ e Vdc-. Figura 5 - Circuito retificador a diodos para alimentação do oscilador de relaxação Fonte: https://221322w.ha.azioncdn.net/Arquivo/ID/8051/experimentos/analise-sinais-circuito-disparo-tiristor-alimentador-ponte-retificadora.html. Acesso em: 5 jul. 2024.
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2.a) Primeiramente, com a bancada desenergizada e sem realizar nenhuma conexão, meça os valores da capacitância C1, resistência R2 e o valor máximo de P utilizando o multímetro digital.
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Atividade 2) Agora que já conhecemos uma aplicação importante dos circuitos com SCR, analisaremos o funcionamento de um circuito clássico para disparo do SCR: o oscilador de relaxação com UJT. Este circuito utiliza um Transistor de Unijunção para gerar os pulsos de disparo conectados ao Gate do Tiristor. A frequência dos pulsos pode ser controlada a partir da carga/descarga de um circuito RC, em que a combinação Resistência-Capacitância determina o tempo de carregamento do capacitor e, consequentemente, os pulsos entregues ao gate do SCR a partir do UJT. Para essa parte da atividade, utilizaremos como base o seguinte roteiro experimental: ANÁLISE DE SINAIS DE UM CIRCUITO DE DISPARO DE TIRISTOR (UJT) ALIMENTADOR POR PONTE RETIFICADORA: https://221322w.ha.azioncdn.net/Arquivo/ID/8051/experimentos/analise-sinais-circuito-disparo-tiristor-alimentador-ponte-retificadora.html. Atividade experimental:
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ASSUNTO 2: PARTIDA SUAVE DE MOTORES DE INDUÇÃO Os motores elétricos estão presentes na maioria dos processos industriais e em grande parte desses processos há necessidade de partidas suaves ou controle de velocidade durante a partida. Com a evolução da eletrônica de potência, torna-se cada vez mais viável e prático o uso de chaves eletrônicas de partida de motores. A partida suave de motores de indução, ou como são comumente conhecidas as “soft-starter” são equipamentos eletrônicos utilizados como chave de partida de ótimo desempenho. As chaves de partida soft-starter são destinadas ao comando de motores de corrente alternada ou contínua, assegurando a aceleração e desaceleração progressiva e permitindo uma adaptação da velocidade às condições de operação. A alimentação do motor, quando é colocado em funcionamento, é feita por aumento progressivo de tensão, o que permite uma partida sem golpes e reduz o pico de corrente. Isso é obtido por meio de um conversor com tiristores em antiparalelo, montados de dois a dois em cada fase da rede. A Figura 4 mostra o diagrama de blocos de uma soft-starter modelo SSW07, do fabricante WEG, onde é possível verificar os pares de SCR em conectados em cada fase.
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