A situação retratada no vídeo e descrita acima nos mostra a importância do Ensino de História para a superação de uma visão estigmatizada acerca do continente africano, perspectiva essa que infelizmente ainda está muito presente em nossa sociedade. Nesse sentido, conhecer mais sobre a história africana e afro-brasileira e seu legado na construção da nossa identidade é um elemento importante que deve estar presente na nossa prática docente. Até aqui você foi provocado a pesquisar, conhecer e refletir um pouco mais acerca dessas heranças, agora nosso desafio entra em outro nível. Considerando nossa SITUAÇÃO-PROBLEMA e tudo que você aprendeu nas etapas anteriores, elabore uma proposta didática contemplando os passos a seguir:
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Na Atividade 1 foi o momento de aliar o levantamento de informações sobre a influência africana na língua portuguesa falada aqui no Brasil e um dos principais documentos norteadores da educação nacional: a BNCC. Agora, no MAPA, é hora de utilizar tudo que você aprendeu até aqui para elaborar uma proposta didática que possa contribuir para resolução da nossa SITUAÇÃO PROBLEMA. Vamos lá? Considere o contexto a seguir: Em 2022 um vídeo gravado pela professora de história Lavínia Rocha (que pode ser assistido por meio do link abaixo) viralizou nas redes sociais ao mostrar as respostas dadas por alunos de uma escola de Belo Horizonte quando questionados sobre o que lhes vinha à mente quando ouviam a palavra África. “Pessoas escravizadas”, “pessoas magras”, “crianças doentes” foram algumas das repostas. Após estudarem sobre a herança africana a professora gravou um novo vídeo fazendo a mesma pergunta aos alunos e as repostas surpreenderam: “agricultura”, “safári”, “riqueza”, “sal e cobre” mostrando uma visão mais ampla e rica sobre o continente.
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Chegamos à terceira e última fase do nosso desafio! É hora de pensar e planejar a nossa prática de ensino visando contribuir para a resolução da SITUAÇÃO-PROBLEMA: Você é professor de História de uma turma do Ensino Médio da rede pública. Ao conversar com os alunos identificou um grande desconhecimento em relação as heranças culturais de origem africana que fazem parte da nossa cultura e sociedade. Ciente da importância da implementação da lei 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade de abordagem da temática História e Cultura Afro-brasileira no currículo escolar, bem como da necessidade de uma educação antirracista, decidiu desenvolver um trabalho voltado para o reconhecimento dessas raízes. No Fórum da disciplina, você pode conhecer mais sobre a participação africana e afro-brasileira na formação dos hábitos alimentares do nosso país. Os mais ousados experimentaram a aplicação de um conceito das metodologias ativas que torna o aprendizado muito mais imersivo.
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Texto 2: O poder imperial romano no Principado, sobretudo o do princeps, não possuía um caráter monárquico e absolutista: isso quer dizer que o imperador assumia magistraturas vitalícias e detinha a autoridade sobre os demais magistrados, ao mesmo tempo em que deveria governar de acordo com o Senado, magistrados, exércitos e deuses para legitimar e manter seu poderio. A fim de demonstrar sua superioridade, muitas vezes este governante seguia uma corrente filosófica, que ditaria seu comportamento privado e público. Levando em consideração os materiais anteriores, produza um texto dissertativo, que aborde os seguintes assuntos:
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O poder imperial na Roma Antiga era complexo – visto que, apesar de não ser uma monarquia de fato, muitas atitudes imperiais se assemelhavam com um poder monárquico. Sobre esse assunto, considere os materiais a seguir: Texto 1: “Decidi, César Nero, escrever para cumprir a função de espelho e mostrar-te que irás alcançar o maior dos prazeres. Com efeito, ainda que o verdadeiro fruto das ações seja o de haver atuado, e a virtude não tenha preço a parte de si mesma, é agradável dirigir o olhar ao nosso interior e contemplar a boa consciência; em seguida, fixe teus olhos nesta imensa massa em desacordo, subversiva, incontrolável, disposta a lança-se à destruição dos demais, assim como os teus, se conseguires romper o jugo; e diga a ti mesmo: Eu, entre todos os mortais, recebi a aprovação e fui eleito para desempenhar na terra o papel dos deuses?” (SÊNECA, Tratado sobre a Clemência: Livro I, I – I). “Por enquanto, a clemência se materializa no que eu estava dizendo: que há uma grande diferença entre o rei e o tirano, embora ambos se protejam com as armas. Porém, um tem as armas e as utiliza para proteger a paz, o outro para reprimir os grandes ódios com grandes temores, e não contempla livre de cuidados as mãos para as quais tu deste” (SÊNECA, Tratado sobre a Clemência: Livro I, XXII – III).
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