A ética profissional recebe influências que antecedem a escolha da profissão, estando ligada a uma socialização primária que tende a reproduzir determinadas configurações éticas dominantes. A formação profissional incorpora uma base filosófica
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Os Códigos de Ética do Assistente Social no Brasil refletem o posicionamento ético e moral da profissão em diferentes contextos históricos. O primeiro Código de Ética, aprovado em 1947, estava fortemente influenciado pelos princípios éticos
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A ética profissional é essencial no exercício de qualquer profissão, pois interliga o "fazer" (competência técnica) ao "agir" (conduta moral). Essa interligação é fundamental para assegurar que o profissional não apenas execute suas funções
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O primeiro Código de Ética do Assistente Social de 1947 apresentava uma visão moralista, fortemente influenciada pela doutrina da Igreja Católica, que via os problemas sociais como falta de moral dos sujeitos. Em contraste, a profissão passou
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A ética profissional é uma objetivação particular da vida ética que se desenvolve na relação entre as necessidades históricas que legitimam a profissão na divisão sociotécnica do trabalho e suas respostas específicas. Essas necessidades e respostas
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A ética profissional envolve múltiplas dimensões que interagem entre si: a dimensão filosófica, que fornece as bases teóricas; a moralidade profissional, que reproduz uma imagem social e cria expectativas; e a normatização objetiva do Código
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A ética profissional é uma extensão da ética pessoal e depende do comportamento ético do indivíduo. Ela se manifesta na prática profissional através de normas de deveres e valores, do Código de Ética Profissional, das teorias que fundamentam
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Os Códigos de Ética do Assistente Social no Brasil passaram por várias transformações ao longo dos anos, refletindo o contexto histórico, social, político e econômico de cada período. O primeiro Código de Ética, de 1947, era marcado por uma visão
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