O Código de Ética dos Assistentes Sociais de 1975 foi elaborado em um contexto de regime ditatorial no Brasil, caracterizado por um forte controle estatal sobre as manifestações sociais. O código refletiu essa conjuntura ao promover uma prática
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O Serviço Social brasileiro enfrentou diversas forças profissionais e sociais vinculadas a interesses de classes antagônicos. Esse confronto de ideias e projetos ocorreu dentro do processo de renovação do Serviço Social brasileiro, que desafiou
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Um dos princípios fundamentais do Código de Ética do Assistente Social de 1993 é a defesa do pluralismo, que implica o respeito às diferentes correntes profissionais e a suas expressões teóricas. Isso promove um ambiente democrático
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O sigilo profissional impõe uma relação entre privacidade e publicidade, exigindo do assistente social o cuidado de se ater ao estritamente necessário para o cumprimento de seu trabalho, protegendo informações que, se divulgadas, poderiam
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O Código de Ética Profissional do Assistente Social de 1993 possui princípios fundamentais que visam garantir uma prática profissional ética e comprometida com os direitos humanos. Entre esses princípios estão a defesa do pluralismo
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O Código de Ética dos Assistentes Sociais de 1947 refletia a moral e a ética do período, fortemente influenciado pela Igreja Católica. Nesse código, a pobreza era vista como um problema de caráter, e os beneficiários do Serviço Social eram tratados
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A processualidade histórica da ética profissional no Serviço Social brasileiro revela certo descompasso entre os fundamentos éticos e a normatização do Código de Ética em relação às outras formulações teóricas do movimento de renovação
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O Código Moral de Serviço Social, publicado em 1962 pela Associação Brasileira das Escolas de Serviço Social (ABESS), refletia um modelo conservador de comportamento, com prescrições sobre a conduta pessoal e profissional dos assistentes
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